Como a inovação pode aumentar a inteligência empresarial e transformar corporações

novembro 24, 2020 | | Notícias |

O sucesso de empresas ou negócios depende de uma série de fatores. Alguns criam produtos consagrados, outros são reconhecidos por seus serviços e há ainda marcas, por exemplo, que conquistam a fidelidade e alto desejo do consumidor com campanhas publicitárias brilhantes. Apple, Microsoft, Tesla, SpotifyAmazon. Independente da natureza de cada um destes casos, todos têm um fator comum: abraçaram a inovação.

A lista de empresas que repensaram processos no centro de suas indústrias a fim de mudar o status quo são inúmeras. São exemplos claros de que não se pode esperar vantagem competitiva se a inovação não fizer parte da estratégia de negócios. E os dados podem ajudar nesta jornada.

A Era Industrial precisa ficar no passado

Se olharmos para o passado, o combustível do pensamento da Era Industrial era uma linha. Vem a etapa um, vem a etapa dois, depois a etapa três, e assim por diante. A própria ascensão profissional dentro da indústria respondia ao mesmo mindset. Do chão de fábrica você passa a supervisor, de supervisor a gerente… Hoje estamos a bordo de uma revolução tecnológica que está transformando a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos: a chamada Quarta Revolução Industrial. E isso mantém o velho ditado “adapte-se ou morra” presente na mente dos líderes.

Esta nova era é dinâmica e não linear. Neste contexto, é preciso ir além do processo de coleta, organização e uma observação analítica de informações. Ter um pensamento sistêmico é fundamental para potencializar a inteligência empresarial que fornece o suporte necessário à gestão de negócios inovadores.

Sua empresa é um sistema

Todo sistema é inteligente e, quanto maior essa inteligência, maior a obtenção de resultado. O corpo humano é assim, por exemplo. Desempenha dezenas de funções que, no conjunto, representam a vida. Mas se observá-lo de forma apenas analítica, por partes, não conseguirá enxergar como funciona na sua totalidade. Se estudar para cada um membro corpo de forma dissociada, a vida não está presente – essa inteligência não existe.

Não há dúvidas que o analítico é super poderoso – e é o caminho natural dentro da maioria das organizações – mas é limitado. Como já falamos aqui, ao agir analiticamente, você pode perder o elemento sistêmico: a regência entre as partes, conhecida também como inteligência.

Mas como a inovação pode potencializar esta inteligência? Para refletir sobre esta questão, vamos analisar uma das empresas mais valiosas do mundo: a Amazon.

Criada em uma garagem em 1994, a empresa praticamente criou um modelo de negócios com vendas online e se tornou um exemplo de marca que nasceu na internet oferecendo serviços puramente digitais, mas que expandiu para outras atividades – primeiro para sobreviver à temida bolha dos anos 2000 e, posteriormente, para ampliar sua atuação no mundo.

Da venda de livros, streaming de música e produção de filmes e séries, a marcas próprias de roupas, de livrarias e de supermercados futuristas, passando por transporte, logística e inteligência artificial, a Amazon atua em muitos mercados completamente diferentes uns dos outros, sem medo de mudar a lógica dentro de cada um deles. Isso porque seu negócio não está fixado em um ecossistema de serviços e aplicativos interligados, como a Microsoft ou Apple, por exemplo. Seu trabalho está focado em plataformas separadas que servem a seus públicos da melhor e mais rápida forma possível – ou seja, atua de forma sistêmica. E, no topo de tudo, um foco único para estes mecanismos funcionarem: o cliente.

Pode se dizer que Jeff Bezos, fundador deste império, tem um forte olhar sistêmico, ao aplicar a realidade, raciocínio e resposta como guia dessa jornada. Com foco muito claro em oferecer uma experiência mais completa ao cliente, o motor da Amazon é estar atento a tudo que consumidores e empresas compram e identificando as áreas onde pode criar algo inovador.

Esta é a inovação que comandará o futuro. Nosso papel na NEXXYS é oferecer soluções orientadas por dados para desenvolver nas corporações a inteligência empresarial necessária para que elas conquistem eficiência operacional, receita e lucratividade.

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